segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Comer, Orar e Amar
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
MTV Unplugged: Alicia Keys
Este Unplugged foi realizado no ano de 2005, num momento em que a carreira de Alicia ia de vento em popa. Um concerto de influências jazz e soul. Num espaço decorado a rigor, em que o clássico estava eminente, e as pequenas subtilezas como o tapete fizeram dele um local indicado para tamanha musicalidade. Iniciando acapella, de forma simples e muito harmoniosa, passa rapidamente ao seu amigo de longa data, ao seu piano, cantando Karma onde mostra habilidades múltiplas, estando aqui o jazz patente de forma a animar todos os presentes. Os momentos agradáveis ao nosso complexo sistema auditivo são tantos, que seriam impossíveis de enumerar ou gradar. Continua com uma das minhas partes preferidas do concerto, Woman's Worth desde da voz, ao piano e passando pelas luzes não existe um ponto a apontar de errado, a harmonia da música é de uma tal ordem que todos a ouvem atenciosamente. Unbreakable momento de as palmas se fazerem ouvir fortemente. If I was your woman, traz calmaria por aqueles mares agitados devido à força vocal de Alicia. If i ain't got you chega de forma jocosa, sendo um momento emblemático onde se lembra da importância das mais singelas das coisas. Privilegiados aqueles que lá estiveram acompanharam incessantemente Keys. Outra boa parte é Diary, que em dueto com Jermaine Paul faz as delicias de todos, música que aborda o tema dos segredos de uma amizade, eles quase que interpretam o tema um para o outro. Os arranjos sempre bem estruturados e o set list bem feito. Fallin para o fim e não podia quase que terminar de melhor forma, a paixão de Alicia Keys é passada para a audiência e canta com força e garra de uma grande mulher que é! Acaba um concerto, que foi provavelmente dos melhores MTV Unplugged's de sempre. Grande artista que Alicia Keys se tornou, com um conjunto muito valorizado por mim, vi-a este ano e repetia tamanha experiência.
Etiquetas:
Alicia Keys,
MTV,
MTV Unplugged,
Review,
Review concerto
terça-feira, 14 de setembro de 2010
MTV VMAS 2010

Uma das ditas noites mais glamorosas do ramo musical, aconteceu ontem em Los Angeles. Para mim não passou de uma mera publicidade a artistas que têm os álbuns à venda. A música, como diz o ditado popular, "anda pelas horas da morte". Sinceramente esta foi uma noite desastrosa, que de música pouco ou nada haviam rastos. Lady Gaga foi a sumptuosidade de toda a gala, ganhando 8 Moonman's, batendo um recorde.É na minha perspectiva, inaceitável entregarem prémios consoante votos de adolescentes que entendem de drama, fama e gritos e não de música e espectáculo em si. A noite deu inicio com Eminem, que aprecio apenas a paixão e alma que demonstra ao cantar, acompanhado por Rihanna, mais uma das artistas que a qualidade foi levada pelo vento, não surpreendeu. Justin Bieber, não consigo entender toda a sua personagem, acho que não tem fundamentação absolutamente nenhuma, e não fez o mais importante: acrescentar algo ao panorama musical. Usher como usual com técnica tanto vocal como a nível de dança, deu um cheirinho de qualidade naquele Nokia Theater. Gostei da junção pouco pensada de Paramore, Bruno Mars e B.o.B. Florence deu uma amostra do que é, se bem que acho a sua voz um pouco irritante. Mas se tivesse de eleger uma actuação da noite seria a de Welch! Mary J. Blige sempre séria e elegante deu uma outra vertente à cerimónia com Drake, aqui a palavra música apareceu na minha mente. Ainda que a actuação seja da honra de Drake o brilho foi de Blige. Linkin Park mostram outro lado,o qual gostei muito mais alternativo com nuances rock e no final Kanye faz como que uma actuação a redimir-se. Em relação aos prémios, foram bem entregues e gostei que os Kings and Queens tivessem ganho, tal como a Florence, devido ao facto de toda a componente visual e vocal estarem estruturadas e coesas. Espero que Florence + The Machine tenha um futuro risonho. Lady Gaga mereceu, devido ao árduo trabalho, mas acho que precisa de mostrar mais. Espero que no próximo ano surja algo de inovador e que nos deixe empolgados, algo que neste ano foi impensável. Foi uma gala calma e previsível!

Etiquetas:
MTV,
Review,
Review de cerimónia de prémios,
VMAS
domingo, 29 de agosto de 2010
Salt

Este é o grande último trabalho da maravilhosa Angelina Jolie, sempre elegante e com um olhar extremamente sedutor e profundo. Jolie interpreta uma agente da CIA, Evelyn Salt, que antes de entrar na companhia jura servir e honrar o seu país, EUA. Mas para provar a sua lealdade, Salt terá que fugir de um desertor russo que a acusa de ser uma espia de outro país. Para isso Salt utiliza sua experiência e habilidade de espionagem para infiltrar e fugir dos seus inimigos e ainda de colegas da agência, para proteger o seu querido marido, que acaba morto pelos russos. Muiitas são as intrigas e surpresas que farão do filme até um ambiente de pura reflexão! Este é um filme que desafia a mente humana, um filme repleto de acção e merecedor de prémios do mundo cinematográfico. Se tiverem oportunidade...
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Saw Jogos Mortais VI

O agente especial Strahm está morto, e o detective Hoffman (Costas Mandylor) emerge como o novo sucessor do legado de Jigsaw (Tobin Bell). No entanto, quando o FBI chega perto de descobrir a verdade, ele é forçado a estabelecer um novo jogo mortal, onde o grande esquema de Jigsaw finalmente será entendido. Toda a sucessão de Jogos Mortais tomam sentido e ficamos elucidados ao verdadeiro porquê de todos os esquemas, havendo enormes revelações. Aqui Jill (Betsy Russell, ex-mulher de Jigsaw) toma mais carácter enquanto personagem e tenta entrar no jogo tal como lhe fora pedido por seu ex-marido. O filme inicia-se forte com uma actriz vinda do programa da MTV Sream Queens. No global é um excelente filme de terror, com seguimento e partes de ficar arrepiado ou até aterrorizado, como não podia deixar de ser! Não deixem de o ir ver!
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
TOUR: Nothin' But Love World Tour Whitney Houston
A última tour de Whitney Houston deu-se este ano para infelicidade de muitos. Esta senhora, teve em tempos e hoje nem tanto, uma das vozes mais poderosas de todo o sempre. Este conjunto de espectáculos poder-se-á afirmar que funcionou como um adeus de Whitney aos palcos internacionais. Rússia, Ásia, Austrália e Europa foram os tão privilegiados locais por onde a equipa de Houston passou. Aqui falarei mais sobre o set list (foram diferentes nos diferentes locais) da Europa, que arranca com um vídeo e se segue para "For the Lovers", aqui por entre luzes se apresenta ao público, e com ela bailarinos aperaltados mostram os seus dotes recebendo assim uma merecida ovação. A energia sempre presente, mais no inicio do concerto do que o final. O set list continua incansável, com luzes e todo o componente visual concebido de forma o mais glamorosa possível. "My love is your love", uma música de dança conhecida mundialmente, onde Whitney mostra alguns passos de dança e afinada ainda extende umas boas notas. Esta música é das minhas preferidas, adoro tanto a melodia como a letra. "A Song For You" foi a música escolhida para homenagear o Rei Michael Jackson. Este é um tema que toca profundamente, uma excelente balada cantada praticamente "acapella". Com outro fato de traços exóticos, aparece no útil ecrã que tem na parte de trás do palco, ao som de "I Love the Lord", cantando com o seu maravilhoso coro. Chegando a vez do público se pronunciar, acompanha de forma incansável Whitney em "I will dance with somebody", musica de reconhecimento de Houston. Segue-se o tão famoso tema do " The Body Guard", "I will always love you", sendo na minha opinião o tema mais complexo desta cantora para o seu aparelho vocal, tendo casualmente desafinos, extremamente indesejáveis. Mas acho que tenta o seu melhor e quando não o atinge fica extremamente triste consigo própria. Com o significado desta balada alguns fãs não o perdoam, o que a meu ver está errado. No encore ficamos com o single do último cd ("I look to you"), "Million Dollar Bill", onde com garra se despede do público. Em excelente estado fisico, pula e com pena diz um sentido adeus e obrigada aos seus acompanhantes de muito tempo. A tour está bem estruturada, a nivel cénico ficou razoável, adorei a diversidade de figurinos que existem neste espectáculo. Já o palco podia ter sido melhor, mas gostei do novo conceito do ecrâ e das escadas nem tanto, tiveram mais efeito visual que funcional. Acho que a Whitney é uma excelente artista ainda que com estes ligeiros problemas, adoraria ter podido assistir a um dos seus espectáculos!
Etiquetas:
Review,
Review tour,
Whitney Houston
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Noite e Dia
Nesta comédia de acção realizada por James Mangold, Tom Cruise é um agente secreto enviado numa missão supostamente também ela secreta, que nunca foi suposta terminar e Cameron Diaz é uma mulher apanhada desprevenida entre o agente e aqueles que ele afirma terem-lhe armado uma enorme cilada. Tudo gira à volta de uma suposta pilha com capacidades estonteantes de fornecimento de energia a uma cidade inteira. À medida que a sua aventura mundial irrompe num labirinto de encruzilhadas, por ilhas diversas e ainda outras tantas cidades europeias, falsas identidades e fugas impossíveis, acabam por chegar à conclusão de que só podem contar um com o outro. Este é na minha opinião um excelente filme, envolto de uma aura de comédia e de acção, e que sinceramente me fez pensar na sua mensagem, no acreditar e ter força. Boa estreia nos nossos solos!
P.S.:Parece que o a tradução está incorrecta, mas o knigt provém do verdadeiro nome de Roy Miller e que devido à sua óbvia bipolaridade de ser amistoso ou um rambo, lhe atribuiram Noite e Dia, é como que uma metáfora.
Subscrever:
Mensagens (Atom)